Começamos pelo dado. Os documentos e registros que a IA vai consultar passam pelo mesmo cuidado de um pipeline analítico: ingestão, limpeza, divisão em trechos e indexação para busca. A cada pergunta, a busca seleciona os trechos mais próximos do assunto, o modelo responde com base neles e a resposta traz a referência de cada trecho. Essa técnica se chama RAG.
Quando a tarefa exige ação, entra o agente: ele consulta sistemas por API, preenche registros e encaminha etapas, com limites explícitos e uma pausa para alguém da sua equipe aprovar antes de qualquer ação que grave, envie ou aprove algo. O acesso pode ser por um app Power Apps, um fluxo de nuvem (cloud flow) do Power Automate ou uma API.
Antes de ampliar o uso, você vê três números medidos no seu próprio caso: taxa de acerto sobre perguntas reais, tempo de resposta e custo por consulta.